Atlético Madrid 0 FC Porto 3

08/12/2009

Aos poucos, a equipa solidifica e parece ter ultrapassado a crise de confiança e a má forma de alguns jogadores. Mandona, procura a bola e consegue trocá-la, aproveitando a pouca pressão de um Atlético que teria dificuldades na Liga Sagres. Alguns jogadores parecem transformados, o que vem mesmo a calhar pois aproxima-se o jogo mais importante. Falcão fez as pazes com a baliza, Hulk não se vê a perder a bola e Bruno Alves é definitivamente o patrão desta equipa que parece começar a funcionar. Os jogadores perseguem a bola, querem tê-la e sabem melhor o que fazer com ela.

Varela tem muito a ver com esta nova face: mesmo no banco hoje, já dissertou nos jogos anteriores, o que fazer com a bola, que já queimava toda a gente e que agora é fogo, mas para as defesas contrárias. Varela sabe vir buscar jogo, soltar a bola, levar a bola, parar o jogo, conquistar terreno, arrancar faltas, desiquilibrar, cruzar, marcar e defender. E sempre bem. Tudo o que a equipa parecia ter esquecido!

Enfim, temos equipa!


V. Guimarães 1 FC Porto 4

07/12/2009

E se de repente, a equipa mostrasse um bocado do que pode valer? Teríamos 45 minutos ou quase, como já não julgaríamos possível. Estranhamente todos os jogadores se mexiam, pressionavam, circulavam e ajudavam. Estava tudo lá, até os golos: os falhados e os que contavam. Até que, aconteceu mais do mesmo. Numa saída de bola controlada, talvez a última na primeira parte, com dezenas de linhas de passe e duas bancadas para atirar a bola, perda da (mal)dita, falta para parar o adversário e bola na rede.

Depois, o regresso trouxe a equipa do costume e faltou pouco, não faltou sorte e voltou a eficácia.

Enfim, o que vamos ter amanhã em Madrid?


FC Porto 2 Rio Ave 1

29/11/2009

Mais um jogo sofrido, aos repelões, sem eficácia e onde as coisas parecem acontecer por acaso! Como é possível tantos passes transviados! Venham melhores dias e depressa, afinal estamos apenas a três pontos da perfeição?!

 


FC Porto 0 Chelsea FC 1

28/11/2009

Mais uma vez se perdeu um jogo que dava precisamente essa sensação desde os primeiros momentos. Era um jogo perdido, só não se sabia quando. Também o Chelsea, não sabia exactamente quando, mas sabia que ganharia porque é uma equipa sólida, tem uma estratégia eficaz e não esquece os pormenores. Tudo o que o FC Porto não é, não tem e não faz. Para além disso,  a classe individual dos jogadores inclina ainda mais o prato da balança. Como ninguém se decidia, que tal uma pequena ajuda? E se tirássemos Varela, que até então tinha equilibrado o seu lado, ajudando em tudo, defender, pausar, atacar, poupando-o para o Rio Ave, e metêssemos Hulk e…? O resultado seria o mesmo no final? Seria, mas o Chelsea teria de arranjar outra forma de o fazer! Outra pergunta ainda: porque é que a equipa fica tão desiquilibrada quando Hulk perde a bola bem lá na frente? Algumas respostas possíveis: os colegas querem mostrar isso mesmo, porque acham que ele deve passar a bola, os adversários são todos muito bons e conseguem sempre criar perigo ou fazer golo ou então não há solução para isso.

O que pode dar imprevisibilidade e imaginação ao futebol da equipa? Porque parece o campo enorme, com aquela forma de jogar? Onde está a equipa “à Porto”? Para onde foi a intensidade de jogo em todas as zonas do campo?

As respostas, palpita-me, não serão respondidas tão cedo. Ano zero? Com certeza que sim!


Marítimo 1 FC Porto 0

08/11/2009

As coisas estão tão mal que já não bastava oferecer os golos aos adversários. Porque falhar um lance pode não render golo ao adversário, agora também já o marcamos, não vá o jogo ficar empatado. Depois, toda a gente já sabe que depois de sofrer num golo, o melhor que pode acontecer é empatarmos. Tenho de confessar, que bastou ver os primeiros minutos para adivinhar o que ia acontecer, ou melhor quase adivinhar porque ninguém adivinha um golo na própria baliza. O jogo da equipa está chato, dá sono, mesmo àquela hora. Desisti após o golo!

Avisem-me quando aqueles jogadores forem uma equipa!

apereira