FC Porto 1 Belenenses 1

30/10/2009

Os golos nem sempre caem do céu. Monotonia, lentidão, previsibilidade. Falta clamorosa de imaginação e de desiquilíbrios. Mais um golo sofrido por enorme falta de concentração! Vamos esperar melhores dias. Desta vez nem o resultado se safou.

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FC Porto 3 Académica 2

27/10/2009

Porque se iniciam os jogos, à espera que os golos caiam do céu? Como pode um conjunto de bons jogadores, jogar de forma tão monótona, lenta e previsível? Onde estão os jogadores que possam improvisar, desiquilibrar? Que é feito do empenho que torna cada lance o mais importante do jogo? A forma de jogar, é tão arrastada, os jogadores estão tão convencidos que alguém resolverá a questão, que o jogo de equipa e a entreajuda já não moram no Dragão! Mesmo defensivamente a equipa está bastante mal, sofrendo dois golos capazes de fazer corar de vergonha uma equipa de casados! O que falta à equipa? Minutos, táctica, empenho, inteligência, solidariedade, ambição, maturidade, imaginação (não peço genialidade). Entretanto, ainda bem que o SLB só chega pelo Natal!

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O espaço, a lentidão, a falta de entreajuda e solidariedade entre os jogadores explicam os dois golos sofridos!


FC Porto 2 Apoel 1

22/10/2009

O jogo tinha tudo para dar errado. Um adversário bastante mais fraco, a chuva incessante, a enervante falta de velocidade inicial, o auto-golo madrugador na primeira descida do Apoel, tudo parecia encaminhar-se para os maus exemplos da jornada anterior e mais longinquamente para uma desgraça chamada Artmedia. Mas o FC Porto não tem nada a ver com com esse  passado e sem ter os jogadores dessa altura, tem hoje claramente um timoneiro e uma solidez invejável. É curioso até recordar o onze inicial desse malfadado jogo de 28 de Setembro de 2005:

Vítor Baía; Bosingwa, Ricardo Costa (Alan, 76´), Bruno Alves e César Peixoto; Ibson, Lucho e Diego (Hugo Almeida, 76´); Quaresma, Jorginho e McCarthy


Olhanense 0 FC Porto 3

06/10/2009

Jogo fácil, onde foi possível desperdiçar golos feitos e observar, sem perceber muito bem porquê, qual a  razão para tanta intranquilidade de Helton. A defesa esteve bem, sem arranjar, novamente, faltas em zonas perigosas, embora Bruno Alves tivesse provocado confusão desnecessária num lance na grande área, prontamente aproveitado por Rabiola para uma queda espalhafatosa. Na frente, Falcao já se tornou um caso sério, repetindo a dose desta vez. Hulk jogou bastante e bem com a equipa, quase sempre pior quando optou pelo lance individual.


FC Porto 2 Atletico Madrid 0

03/10/2009

Jogo difícil para o coração, com um adversário forte na defesa e capaz de trocar a bola e levá-la até Helton. Com uma bela exibição, Helton segura tudo e dá a tranquilidade que alguns colegas seus não têm conseguido, a parede atlética parecia intransponível e ninguém parecia capaz de a furar. Substituindo o titular, o guarda-redes suplente poucas vezes entrava em acção e o jogo parecia marcado para mais um zero-zero. Até que Falcao, mandando às urtigas estas histórias de adaptação, inventou o golo e tudo acabou para o Atlético.