SL Benfica 1 FC Porto 0

28/12/2009

Para onde foi este post que já chegou tarde e a más horas! Engolir sapos, falta de audácia, primeira parte de avanço, opções erradas, adversário vindo do banco e da bancada, equipa ferida de morte (?) para o resto da liga , etc, etc, não me apetece e não consigo refazer o que escrevi. É como falhar com a baliza escancarada, para onde raio foi o texto que nem um rascunhozinho se salvou!

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FC Porto 2 V.Setúbal 0

15/12/2009

As grandes equipas vencem os jogos cumprindo o calendário. Não precisam de esmagar os adversários e proclamar que o fazem, colocando-se em bicos de pés! Simples, o jogo de equipa parece já calculado, pensado, já pouca coisa parece sair ao acaso. Falta um pouco mais de explosão e criatividade, a eficácia acontecerá naturalmente. Mais Varela e Fucile e também o inevitável Farias, cumprindo a máxima “se jogo, marco”.

Tudo parece afinado, aguardemos!


Atlético Madrid 0 FC Porto 3

08/12/2009

Aos poucos, a equipa solidifica e parece ter ultrapassado a crise de confiança e a má forma de alguns jogadores. Mandona, procura a bola e consegue trocá-la, aproveitando a pouca pressão de um Atlético que teria dificuldades na Liga Sagres. Alguns jogadores parecem transformados, o que vem mesmo a calhar pois aproxima-se o jogo mais importante. Falcão fez as pazes com a baliza, Hulk não se vê a perder a bola e Bruno Alves é definitivamente o patrão desta equipa que parece começar a funcionar. Os jogadores perseguem a bola, querem tê-la e sabem melhor o que fazer com ela.

Varela tem muito a ver com esta nova face: mesmo no banco hoje, já dissertou nos jogos anteriores, o que fazer com a bola, que já queimava toda a gente e que agora é fogo, mas para as defesas contrárias. Varela sabe vir buscar jogo, soltar a bola, levar a bola, parar o jogo, conquistar terreno, arrancar faltas, desiquilibrar, cruzar, marcar e defender. E sempre bem. Tudo o que a equipa parecia ter esquecido!

Enfim, temos equipa!


V. Guimarães 1 FC Porto 4

07/12/2009

E se de repente, a equipa mostrasse um bocado do que pode valer? Teríamos 45 minutos ou quase, como já não julgaríamos possível. Estranhamente todos os jogadores se mexiam, pressionavam, circulavam e ajudavam. Estava tudo lá, até os golos: os falhados e os que contavam. Até que, aconteceu mais do mesmo. Numa saída de bola controlada, talvez a última na primeira parte, com dezenas de linhas de passe e duas bancadas para atirar a bola, perda da (mal)dita, falta para parar o adversário e bola na rede.

Depois, o regresso trouxe a equipa do costume e faltou pouco, não faltou sorte e voltou a eficácia.

Enfim, o que vamos ter amanhã em Madrid?