FC Porto 2 Shakhtar Donetsk 1

Numa prova de campeões , vem ao de cima o melhor e pior de cada equipa, de cada jogador. Com o jogo nos limites, a mínima falha paga-se caro e para a apagar, tem necessariamente de aparecer o lado contrário: o da genialidade. Assim foi a descida ao abismo – Helton – e a capacidade mental muito forte de uma equipa que percebeu que a confiança naquilo que poderia fazer seria a sua melhor arma. Hulk falhou o alvo, parecendo dizer que era perto demais para lhe acertar em cheio. Foi de longe, muito mais longe que corrigiu a pontaria, marcando um golo memorável, pleno de força e direção. O desempate chega pela genialidade de James, que abre e rasga toda uma defesa dura de rins. Kléber, em serviço mínimo, não se fez rogado e deu mais um passo rumo à confiança. A equipa passou no exame da circulação de bola, pese embora a superioridade numérica, mas claramente precisa de maior presença na área tanto pelo ar como junto à relva, parecendo por vezes prisioneira do último passe. A equipa foi ainda capaz de produzir belas jogadas, reveladoras de uma capacidade técnica individual só ao alcance de equipas de top.

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